Do relativismo ético ao universalismo de Valores Humanos

Consciência Coletiva

O debate ideológico entre Universalismo e Relativismo não é recente mas tem vindo a avolumar-se em relação aos Direitos Humanos com vantagens muito positivas para a Sociedade e o Mundo Global. Este debate alargou-se da Filosofia à Sociologia, ao Direito e às questões Culturais (Multiculturalidade). É assim que deve ser. Existe um provérbio antigo que afirma “Da discussão nasce a luz”, ao qual eu costumo acrescentar “Da discussão organizada nasce a luz”.

Infelizmente o Homem não tem produzido muita Luz quando desenvolveu a globalização. Mas já lá vamos a este assunto. Primeiro gostaria de transmitir aos meus Leitores a razão deste tema.

O meu amigo Joaquim Serra fez um comentário muito pertinente, a propósito do meu último texto Sobre a dimensão da confiança em Valor Humano, que despertou o meu interesse e me motivou a escrever sobre o tema que vos apresento agora. Escreveu: “O caso é que o Homem, e as sociedades humanas, enveredaram por uma postura de relativismo ético onde a moral se estabelece conforme e consoante a conveniência, em carácter de exceção e não de norma.

Por ser esse o caso, a confiabilidade, seja no que for, deixa de ter cabimento, sequer reconhecimento.

Baseou-se a vida numa estratégia fundamentada na Teoria do Jogo, em vez de um relativismo metaético de busca de uma moral mais inclusiva pela qual pudéssemos viver em comunhão e harmonia, de modo solidário.” – Joaquim Serra.

A meu ver nasceu uma Luz. É uma evidência que poderá ajudar a despertar muitas mentes e a motivar muitos ‘eruditos’ a começar a debater o tema que vos introduzo “Do relativismo ético ao universalismo de Valores Humanos”.

Mas primeiro gostaria de definir alguns conceitos para facilitar a compreensão dos Leitores. Assim:


Relativismo ético – O “Relativismo Ético” é uma das posturas éticas mais generalizadas, tanto a nível acadêmico como no cotidiano de todos nós. Traduz-se basicamente na consideração de que o meu juízo moral não é superior ao dos outros e como tal não o devo impor. Todos os juízos morais são assim equivalentes.
Embora esta perspetiva seja legitimada pela diversidade quase infinita dos juízos morais e práticas culturais, alguns autores levantam contudo reservas, pois tal perspetiva, em última análise, impede qualquer tipo de intervenção em situações de grupos ou de sociedades que realizam práticas, por exemplo tradicionais, verdadeiramente chocantes aos olhos dos outros, ou seja, o relativismo ético é a postura que cada pessoa toma em determinada situação com base na sua ética, cada pessoa possui um ponto de vista diferente, sendo assim a ética de cada pessoa relativa. ” – Wikipédia.

Metaética é o ramo da ética que estuda a natureza das propriedades, afirmações, julgamentos e atitudes éticas. É um dos quatro ramos tradicionais da ética (os outros são ética descritiva, ética normativa e ética aplicada).
A ética normativa, por exemplo, pergunta “o que devo fazer?”, enquanto a metaética pergunta “o que é o bem?” e “como posso diferenciar o certo do errado?”, tentando entender a natureza das propriedades e julgamentos éticos.
Alguns teóricos defendem que é necessária alguma forma de moralidade metafísica para que possamos julgar a moral existente; outros argumentam que é necessário um estudo prévio das diferentes formas de moral vigente para, então, ser possível se formular uma moral metafísica.” – Wikipédia.

 “Universalismo – Quando se diz que algo é universal, se refere a uma visão que expressa um facto existente e que está sempre presente. Isto faz parte de um tipo de pensamento chamado de universalismo e é um paradigma da organização de todas as coisas, bem como de sua abordagem e explicação. Por isso, o universalismo não se trata de uma ideologia específica, não é uma ideologia própria, mas sim uma maneira de ver as coisas, de receber e interpretar a realidade circundante.
Em diversas áreas da vida cotidiana, podem ser vislumbradas as marcas do universalismo, como no caso na política. Neste caso, uma conceção universal política compreende uma ideologia relacionada à unificação dos poderes e de todas as instituições do mundo em um único modo de organização. Por exemplo, os grandes impérios com seu poder durante a Idade Média, o reinado dos impérios bizantinos ou do sacro império romano-germânico e dos califados muçulmanos da ex Constantinopla. Não se deve confundir a relação “universalismo político” com “globalização”, já que no caso desta última se fusionam diferentes elementos de várias comunidades ou coletividades para serem transformadas de maneira unificada, porém reestruturada.
Por último, é importante reconhecer que o oposto a uma visão universal é uma visão nominal, ou também chamada de particular, que estabelece uma maneira individualista de abordar e interpretar a realidade. Assim mesmo, o universalismo é uma corrente de pensamento que não nega a existência das formas nominais, mas nega que sejam verdadeiras.” (https://conceitos.com/universalismo/).

Universalismo moral (também chamado de objetivismo moral ou moralidade universal) é a posição metaética de que algum sistema ético aplica-se universalmente, ou seja, para “todos os indivíduos em situação semelhante”, independentemente de raça, cultura, sexo, religião, nacionalidade, sexualidade ou qualquer outro distintivo. O universalismo moral se opõe ao niilismo moral e ao relativismo moral. No entanto, nem todas as formas de universalismo moral são absolutas, nem são necessariamente de valor monista; muitas formas de universalismo, como o utilitarismo, são não absolutistas, e algumas outras formas, tais como a de Isaiah Berlin, podem ser de valor pluralista.” – Wikipédia.

O relativismo cultural é um processo de observar sistemas culturais sem uma visão etnocêntrica em relação à sociedade do pesquisado. Ou sejaː realizar a observação sem usar nenhum meio ou parâmetro preconcebido pela cultura ocidental e, assim, realizar um estudo e/ou observação do sistema cultural em questão sem nenhum preconceito. E, com isso, realizar a avaliação sem privilegiar os valores de um só ponto de vista, e estruturar o corpo social a partir de suas próprias características. As culturas estudadas adquirem, assim, seus próprios sistemas de valores e sua própria integridade cultural.
O relativismo cultural parte do pressuposto de que cada cultura se expressa de forma diferente. Dessa forma, trata-se de pregar que a atividade humana individual deve ser interpretada dentro do contexto de sua própria cultura. Esse princípio foi estabelecido como axiomático na pesquisa de Franz Boas, nas primeiras décadas do século XX e, mais tarde, popularizado pelos seus alunos. Conforme um dos alunos de Boas, Melville Herskovits:
“O princípio do relativismo cultural decorre de um vasto conjunto de factos, obtidos ao se aplicar nos estudos etnológicos as técnicas que nos permitiram penetrar nos sistemas de valores subjacentes às diferentes sociedades.” – Wikipédia.

Como os meus Leitores sabem, tenho vindo a defender a existência de uma Declaração Universal dos Valores Humanos (Declaração Universal de Valores Humanos) e uma Educação Universalista em Valores Humanos como forma de produzir um novo Paradigma para o Futuro da Humanidade (Human Value – A new paradigm of future society ©). Mas gostaria que o debate se avolumasse e se globalizasse para nascer Luz.

Neste mundo globalizado mas muito pouco universalista, dominam os interesses de muita ordem mas não sobre as matérias naturalmente relevantes para a construção de uma Sociedade Universal com Valor.

Desenvolveu-se a globalização do sistema financeiro, das bolsas de valores, das offshore, do dinheiro e das comunicações, do comércio e dos transportes, etc. Falta o essencial, a Universalidade dos Valores Humanos!

Por outro lado, temos uma vivência multicultural superficial com pouco debate intercultural. As Pessoas não utilizam a sua empatia para compreender com maior profundidade a cultura do outro e poderem encontrar com mais facilidade os pontos interculturais comuns que permitiriam estabelecer um Universalismo dos Valores Humanos. Esquecem-se do relativismo cultural para tentar impor conceitos e metodologias que desvirtuam permanentemente essas culturas, sem acrescentar Universalidade de Valores Humanos.

A Sociedade das Nações conseguiu cumprir e aprofundar a Declaração Universal dos Direitos Humanos à escala Global. Faz-se urgente cumprir e aprofundar uma Declaração Universal dos Valores Humanos para podermos estruturar condignamente o relacionamento intercultural e melhorar significativamente o Valor do Homem neste mundo globalizado.

“O universalismo, por sua vez, decorre “da dignidade humana, na qualidade de valor intrínseco à condição humana. Defende-se, nesta perspetiva, o mínimo ético irredutível – ainda que se possa discutir o alcance desse ‘mínimo ético’ e dos direitos nele compreendidos”.[2] Nessa perspetiva, pode-se assentar que o universalismo está mais preocupado com o indivíduo, suas liberdade e autonomia, enquanto o relativismo tem como premissa maior o coletivismo. [3]” – Emanuel de Melo Ferreira (https://constituicaoedemocracia.com/2013/03/22/o-debate-ideologico-entre-universalismo-e-relativismo-dos-direitos-humanos/)

Quando considero a importância de cumprir e aprofundar a Universalidade dos Valores Humanos é porque estou confiante que a sua difusão e interiorização generalizada, numa Educação inclusiva e de qualidade, evitaria as tendências das ‘culturas únicas’ e ampliaria espaços de articulação para a diferença. Por outro lado, ajudar-nos-ia a Ser Humanos no verdadeiro sentido.

Recomendo uma leitura atenta de uma entrevista realizada por Katharina von Ruckteschell-Katte (diretora do Goethe-Institut na América do Sul) ao filósofo e historiador Camaronês Achille Mbembe, publicada na Revista Prosa Verso e Arte, com o título “Por que julgamos que a diferença seja um problema?” (https://www.revistaprosaversoearte.com/por-que-julgamos-que-a-diferenca-seja-um-problema-achille-mbembe/). Nesta entrevista fala sobre xenofobia, nacionalismo, o lugar do estrangeiro, os perigos de “culturas únicas” e espaços de articulação para a diferença. Realço um excerto que me parece importante para exemplificar sobre o tema do meu texto: “Não creio que o desejo de diferença possa algum dia ser erradicado. É provavelmente uma estrutura profunda do que significa ser um ser humano. Mas aspirar à singularidade não é o mesmo que cultivar a diferença. Não é o mesmo que instituir a diferença como algo que é absoluto, algo em cujo nome se queira matar ou morrer. O mundo em que vivemos hoje é um mundo no qual você encontrará muita gente que prefere morrer ou matar em nome da diferença em vez de dispor-se a arriscar sua existência em nome do que é comum a todos. Estamos em perigo de perder completamente de vista o que temos em comum. Nem mesmo a ameaça real da extinção ecológica tem sido capaz de nos despertar de nosso sono dogmático da diferença.” – Achille Mbembe.

A meu ver, é sobre ‘isto’ que acabei de expor, que os Valores Humanos devidamente transmitidos, praticados e acompanhados Universalmente pelo exemplo dos Tutores e Educadores, farão toda a diferença para uma melhoria significativa da Sociedade Global.

Deste modo, a transformação seria profunda e muito positiva para o Homem que tem a pretensão de conquistar o Universo.

Relembrando as palavras do meu amigo Joaquim Serra, quando afirma: “Baseou-se a vida numa estratégia fundamentada na Teoria do Jogo, em vez de um relativismo metaético de busca de uma moral mais inclusiva pela qual pudéssemos viver em comunhão e harmonia, de modo solidário.”.

Esta é a Luz que a Humanidade necessita para poder viver em Paz e com sabedoria.

Alfredo Sá Almeida                                                                                  16 de Outubro de 2018

As dificuldades associadas à Inteligência e Consciência Coletivas

Nos casos da Inteligência e Consciência Coletivas estamos perante duas dimensões da natureza Humana, que apesar de se terem vindo a avolumar com o desenvolvimento tecnológico, a globalização e o acesso massivo ao conhecimento armazenado na internet, ainda não atingiram uma ‘massa crítica’ capaz de conduzir a benefícios significativos para a Humanidade. São essencialmente conceitos para o desenvolvimento do século XXI.

“O conceito da inteligência coletiva foi criado a partir de alguns debates realizados por Pierre Lévy (‘A inteligência coletiva é um conceito de um tipo de inteligência compartilhada que surge da colaboração de muitos indivíduos em suas diversidades. É uma inteligência distribuída por toda parte, na qual todo o saber está na humanidade, já que ninguém sabe tudo, porém todos sabem alguma coisa’) relacionados às tecnologias da inteligência. Caracteriza-se pela nova forma de pensamento sustentável através de conexões sociais que se tornam viáveis pela utilização das redes abertas de computação da internet.

As tecnologias da inteligência são representadas especialmente pelas linguagens, os sistemas de signos, recursos lógicos e pelos instrumentos dos quais nos servimos. Todo nosso funcionamento intelectual é induzido por essas representações. Segundo o filósofo e sociólogo criador do conceito de inteligência coletiva Pierre Lévy, os seres humanos são incapazes de pensar só e sem o auxílio de qualquer ferramenta.

A inteligência coletiva seria uma forma de o homem pensar e compartir seus conhecimentos com outras pessoas, utilizando recursos mecânicos como, por exemplo, a internet. Nela os próprios usuários é que geram o conteúdo através da interatividade com o website.” – Eliene (https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/informatica/inteligencia-coletiva.htm)

“O conceito de consciência coletiva foi criado pelo sociólogo Francês Émile Durkheim (‘Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria’) e é definido como o conjunto de características e conhecimentos comuns de uma sociedade, que faz com que os indivíduos pensem e ajam de forma minimamente semelhante. Corresponde às normas e às práticas, aos códigos culturais, como a etiqueta, a moral e as representações coletivas.

Para Durkheim, um funcionalista, o indivíduo, em muitas de suas práticas, é influenciado pela sociedade em que está inserido. Logo, o indivíduo e suas ações são fortemente influenciada pela consciência individual e coletiva. Mas os limites entre ambas não são muito claros, pois mesmo decisões consideradas extremamente individuais, como a de tirar a própria vida, são influenciadas pelas condições sociais.

Isto se torna mais fácil de compreender quando pensamos nos aspetos individuais de compreensão do mundo, ou seja, as palavras, a língua, as categorias, as representações o conhecimento do mundo só acontece através de um mínimo de comunhão a respeito de aspetos básicos para que os indivíduos tenham algum grau de certeza que quando falam de algo o outro é capaz de compreender sobre o que fala.” – Marcele Juliane Frossard de Araujo. (https://www.infoescola.com/sociologia/consciencia-coletiva/)

Como os meus caros Leitores sabem, eu tenho vindo a defender que estas dimensões sociológicas do Homem deveriam ser objeto do ensino formal de TODOS os Cidadãos do Mundo. Só assim conseguiríamos atingir o estado quântico que nos permitiria dar o ‘salto’ e contribuir para resolver muitos dos problemas que temos criado à Biosfera mas também passar para outro ‘estado’ onde o Homem se transformará em Ser Humano com o contributo dos Valores Humanos.

Muitos de nós compreenderão que são dimensões Humanas que só com uma Educação de Qualidade para TODOS se poderão atingir e consolidar. Difícil de conseguir SIM, utópico NÃO. Só depende da vontade do Homem, como em tantos outros avanços científicos, tecnológicos e sociais que nos têm catapultado para desenvolvimentos reais.

Quando se trata do Coletivo, que não esteja no âmbito da Religião ou da Política, tudo se torna mais complicado de implementar com a ausência do elemento essencial e aglutinador – a EDUCAÇÃO GLOBAL.

Empatia

Sobretudo, quando o Homem implementou um sistema ‘fatal’, que está bem enraizado na mente das Pessoas, de NegócioDinheiroLucro que contribui decisivamente para a competitividade e ambição egocêntrica. Deste modo torna-se difícil libertarmo-nos do que nos ‘aprisiona’, consciente ou inconscientemente, para um Mundo com muito pouca Inteligência Social.

Dos textos que tenho desenvolvido e publicado no meu Blog (https://saalmeida.wordpress.com) e nesta minha nova página tenho contado com opiniões críticas sérias e construtivas, sobre estas dimensões, da autoria do meu amigo Joaquim Serra. Sobre essas opiniões, gostaria de lhes dar a conhecer as mais recentes, pela importância que possuem para a compreensão das dificuldades na implementação destes conceitos coletivos:

Vítimas da própria consciência – A consciência não é uma qualidade única, padronizada, de iluminismo mental de um estado psíquico de estar ciente de tudo e tudo saber, talvez por isso jamais se alcançou aquele almejado estado utópico de consciência colectiva tão apregoado quanto almejado.

Talvez a impossibilidade da consciência colectiva resida no dilema gerado por dois níveis de consciência dos quais o processo educativo é determinante: A Consciência Ingénua e a Consciência Crítica.

A consciência ingénua surge de um modelo de educação legitimadora das relações sociais de domínio, politico, económico, cultural, moral, que acaba por criar passionalidade em relação ao status quo, e uma certa alienação da realidade.

Contrariamente, a consciência crítica, por natureza dialéctica, sistematiza-se pela racionalidade na representação mental que emerge da análise e do questionamento científico proveniente do mundo exterior com a clara percepção dos condicionamentos objectivos e dos nexos de causalidade da vida real. Um modelo de educação que busca educar para a autonomia, libertadora, que coloca tudo em causa, pode ser e é contestatória, e, no limite subversiva. (Este modelo criou, de facto, muitos subversivos! Alguns deles autodidactas, já que a educação formal não era muito confiável!)

Nós, humanos, temos uma tendência exacerbada para apreciar a estabilidade, e nessa perspectiva, o não perder uma situação em que nos sintamos confortáveis, e que até possa representar alguma vantagem em relação ao outro, ou aos demais, tem a nossa predilecção. Ingenuamente, porque não é premeditado, munimo-nos de todos os argumentos que justifiquem (legitimem) a situação e reforcem as escolhas pelas quais optámos, mesmo que estejamos numa posição de dominados, por medo de perder o que alcançamos, ou do risco que implica mudarmos em busca de algo melhor e perder o que tínhamos.

Todos nós temos estes dois níveis de consciência, que são dilemáticos e conflituantes.

Há um terceiro nível de consciência. Um nível a que chamo de Consciência Sonsa (que ou quem finge ser o que não é. = DISSIMULADO, FINGIDO) (https://dicionario.priberam.org/SONSA), uma consciência que “vem de charrete”, mas que a maioria dos mortais prefere chamar de diabólica quando se apercebe dela, se for caso de se aperceber, ou de lhe sentir o efeito.

É aquele nível de consciência que, tendo ciência dos dois níveis de consciência anteriores, induz as pessoas a adotarem o primeiro.” – Joaquim Serra (12/09/2018).

Como poderão verificar não se torna fácil dissociar a Inteligência da Consciência, são duas dimensões que se completam. Infelizmente, tenho de concordar com esta opinião realista do meu estimado amigo Joaquim Serra.

Mas questiono-me;

  1. Não terá o Homem capacidade para agir na dimensão Global?
  2. Não somos os únicos Seres Inteligentes, geradores de conhecimento?
  3. Afinal possuímos ou não uma Consciência?

Se a resposta a estas três questões que coloco for SIM (sem MAS), então estamos em boa posição para passarmos à dimensão superior da Inteligência e Consciência Coletivas.

Alfredo Sá Almeida                                                                                 25 de Setembro de 2018