Sobre a dimensão dos Valores do Amor e da Liberdade

O Amor liberta

No mundo atual, por falta de uma Educação em Valores Humanos, sobressai uma deturpação de conceitos importantes e essenciais que prejudicam o entendimento global dos Seres Humanos e a construção de uma Consciência Coletiva e da Paz.

Destes, o Amor e a Liberdade são seguramente os mais acarinhados pela grande maioria das Pessoas. Representam a essência da Humanidade e do relacionamento entre Seres.

O grande problema está na prática de vida a que as Pessoas estão sujeitas, por vontade própria ou alheia. São poucas as que não se encontram condicionadas por práticas desajustadas à dimensão do Ser Humano. Acabam criando uma espiral, ou um turbilhão emocional aprisionador de vida, que tem como consequência a deturpação dos Valores essenciais.

“Para o psicanalista Alemão, filósofo e sociólogo Erich Fromm, ao contrário da crença comum de que o amor é algo “fácil de ocorrer” ou espontâneo, ele deve ser aprendido; ao invés de um mero sentimento que acontece, é uma faculdade que deve ser estudada para que possa se desenvolver – pois é uma “arte”, tal como a própria vida. Ele diz: “se quisermos aprender como se ama, devemos proceder do mesmo modo por que agiríamos se quiséssemos aprender qualquer outra arte, seja a música, a pintura, a carpintaria, ou a arte da medicina ou da engenharia”. – Wikipédia

Amor1 - Erich Fromm

“Erich Fromm, ainda, ressalta que “O amor é uma atividade, e não um afeto passivo; é um “erguimento” e não uma “queda”. De modo mais geral, o caráter ativo do amor pode ser descrito afirmando-se que o amor, antes de tudo, consiste em dar, e não em receber.” Como sentimento individual e personalíssimo, traz complexidade por envolver componentes emocionais, cognitivos, comportamentais que são difíceis – ou quase impossíveis – de separar.” – Wikipédia

O Amor na sua dimensão mais ampla é incondicional. Representa a verdadeira expressão do sentimento para com o outro. “Um exemplo disso é o amor dos pais para os seus filhos, não importa uma nota de prova, uma decisão de mudança de vida, um argumento, ou uma crença forte, a quantidade de amor que permanece entre este vínculo é visto como imutável e incondicional.” – Wikipédia

No caso da Liberdade a situação muda de referencial. Não se trata de um sentimento mas de uma capacidade Humana. “A liberdade é a capacidade de adotar seu próprio critério. Esta definição leva em consideração sua própria natureza e não aceita nenhum tipo de critério exterior. O mundo físico está caracterizado por relações de causa e efeito, onde qualquer fenómeno pode ser explicado por outro ou pela concorrência de outros que por sua vez se baseiam em fenômenos alternativos, e que se estendem à cadeia de causa e efeito de modo indefinido. Pelo contrário, a liberdade não encontra seu fundamento ou causa em nenhum aspeto exterior, mas além do que a própria vontade. No entanto, vale ressaltar que esta liberdade tem limites; mesmo assim, quando se diz que um homem está livre, talvez seja melhor dizer que sua vontade é livre, à medida que possam existir circunstâncias que limitem o campo de ação de uma pessoa.(https://conceitos.com/liberdade/).

Enquanto o sentimento do Amor pode variar de Pessoa para Pessoa dadas as diferenças na sua inteligência emocional. A Liberdade possui interpretações particulares consoante o Filósofo que reconstrói o conceito e o interpreta. “Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de ideias e dos direitos de cada cidadão.

Liberdade é classificada pela filosofia, como a independência do ser humano, o poder de ter autonomia e espontaneidade. A liberdade é um conceito utópico, uma vez que é questionável se realmente os indivíduos tem a liberdade que dizem ter, se com a mídia ela realmente existe, ou não. Diversos pensadores e filósofos dissertaram sobre a liberdade, como Sartre, Descartes, Spinoza, Leibniz, Schopenhauer, Kant, Marx entre outros.” (https://www.significados.com.br/liberdade/)

Em resumo, o Amor pleno é incondicional e a Liberdade é condicional, pois não deve colidir com a Liberdade alheia. Deste modo tem de ser convencionada para proporcionar harmonia social. Já a prática do Amor verdadeiro entre Pessoas é mais suscetível de causar entendimento sem constrangimento.

Na realidade atual verifica-se a deturpação conceptual quando assistimos à inversão da condição. Muitas Pessoas pretendem e desenvolvem um Amor condicional e desejam ardentemente uma Liberdade incondicional. Ora, esta inversão da condição conceptual entre um sentimento e uma capacidade Humanas acaba produzindo toda a espécie de confrontos, desentendimentos, ódios e radicalização ideológica.

Retornemos aos pensamentos estruturados de Erich Fromm para nos ajudar a resolver esta confusão:

“Um homem livre é, por força, inseguro. Um homem pensador é, forçosamente, dubitativo.” – Erich Fromm

“O amor é a última e real necessidade do ser humano.” – Erich Fromm

A meu ver só existe uma forma de resolver este ‘conflito’ da condição conceptual entre o Amor e a Liberdade. Se cada um de nós para além de desejar aprender a Amar, ser um Amante da Liberdade. Nesta condição não existirão confrontos que não sejam solucionáveis.

Aprenda a Amar e a ser Livre nas verdadeiras dimensões destes Valores essenciais à Vida.

Alfredo Sá Almeida                                                                                 7 de Novembro de 2018

Do relativismo ético ao universalismo de Valores Humanos

Consciência Coletiva

O debate ideológico entre Universalismo e Relativismo não é recente mas tem vindo a avolumar-se em relação aos Direitos Humanos com vantagens muito positivas para a Sociedade e o Mundo Global. Este debate alargou-se da Filosofia à Sociologia, ao Direito e às questões Culturais (Multiculturalidade). É assim que deve ser. Existe um provérbio antigo que afirma “Da discussão nasce a luz”, ao qual eu costumo acrescentar “Da discussão organizada nasce a luz”.

Infelizmente o Homem não tem produzido muita Luz quando desenvolveu a globalização. Mas já lá vamos a este assunto. Primeiro gostaria de transmitir aos meus Leitores a razão deste tema.

O meu amigo Joaquim Serra fez um comentário muito pertinente, a propósito do meu último texto Sobre a dimensão da confiança em Valor Humano, que despertou o meu interesse e me motivou a escrever sobre o tema que vos apresento agora. Escreveu: “O caso é que o Homem, e as sociedades humanas, enveredaram por uma postura de relativismo ético onde a moral se estabelece conforme e consoante a conveniência, em carácter de exceção e não de norma.

Por ser esse o caso, a confiabilidade, seja no que for, deixa de ter cabimento, sequer reconhecimento.

Baseou-se a vida numa estratégia fundamentada na Teoria do Jogo, em vez de um relativismo metaético de busca de uma moral mais inclusiva pela qual pudéssemos viver em comunhão e harmonia, de modo solidário.” – Joaquim Serra.

A meu ver nasceu uma Luz. É uma evidência que poderá ajudar a despertar muitas mentes e a motivar muitos ‘eruditos’ a começar a debater o tema que vos introduzo “Do relativismo ético ao universalismo de Valores Humanos”.

Mas primeiro gostaria de definir alguns conceitos para facilitar a compreensão dos Leitores. Assim:


Relativismo ético – O “Relativismo Ético” é uma das posturas éticas mais generalizadas, tanto a nível acadêmico como no cotidiano de todos nós. Traduz-se basicamente na consideração de que o meu juízo moral não é superior ao dos outros e como tal não o devo impor. Todos os juízos morais são assim equivalentes.
Embora esta perspetiva seja legitimada pela diversidade quase infinita dos juízos morais e práticas culturais, alguns autores levantam contudo reservas, pois tal perspetiva, em última análise, impede qualquer tipo de intervenção em situações de grupos ou de sociedades que realizam práticas, por exemplo tradicionais, verdadeiramente chocantes aos olhos dos outros, ou seja, o relativismo ético é a postura que cada pessoa toma em determinada situação com base na sua ética, cada pessoa possui um ponto de vista diferente, sendo assim a ética de cada pessoa relativa. ” – Wikipédia.

Metaética é o ramo da ética que estuda a natureza das propriedades, afirmações, julgamentos e atitudes éticas. É um dos quatro ramos tradicionais da ética (os outros são ética descritiva, ética normativa e ética aplicada).
A ética normativa, por exemplo, pergunta “o que devo fazer?”, enquanto a metaética pergunta “o que é o bem?” e “como posso diferenciar o certo do errado?”, tentando entender a natureza das propriedades e julgamentos éticos.
Alguns teóricos defendem que é necessária alguma forma de moralidade metafísica para que possamos julgar a moral existente; outros argumentam que é necessário um estudo prévio das diferentes formas de moral vigente para, então, ser possível se formular uma moral metafísica.” – Wikipédia.

 “Universalismo – Quando se diz que algo é universal, se refere a uma visão que expressa um facto existente e que está sempre presente. Isto faz parte de um tipo de pensamento chamado de universalismo e é um paradigma da organização de todas as coisas, bem como de sua abordagem e explicação. Por isso, o universalismo não se trata de uma ideologia específica, não é uma ideologia própria, mas sim uma maneira de ver as coisas, de receber e interpretar a realidade circundante.
Em diversas áreas da vida cotidiana, podem ser vislumbradas as marcas do universalismo, como no caso na política. Neste caso, uma conceção universal política compreende uma ideologia relacionada à unificação dos poderes e de todas as instituições do mundo em um único modo de organização. Por exemplo, os grandes impérios com seu poder durante a Idade Média, o reinado dos impérios bizantinos ou do sacro império romano-germânico e dos califados muçulmanos da ex Constantinopla. Não se deve confundir a relação “universalismo político” com “globalização”, já que no caso desta última se fusionam diferentes elementos de várias comunidades ou coletividades para serem transformadas de maneira unificada, porém reestruturada.
Por último, é importante reconhecer que o oposto a uma visão universal é uma visão nominal, ou também chamada de particular, que estabelece uma maneira individualista de abordar e interpretar a realidade. Assim mesmo, o universalismo é uma corrente de pensamento que não nega a existência das formas nominais, mas nega que sejam verdadeiras.” (https://conceitos.com/universalismo/).

Universalismo moral (também chamado de objetivismo moral ou moralidade universal) é a posição metaética de que algum sistema ético aplica-se universalmente, ou seja, para “todos os indivíduos em situação semelhante”, independentemente de raça, cultura, sexo, religião, nacionalidade, sexualidade ou qualquer outro distintivo. O universalismo moral se opõe ao niilismo moral e ao relativismo moral. No entanto, nem todas as formas de universalismo moral são absolutas, nem são necessariamente de valor monista; muitas formas de universalismo, como o utilitarismo, são não absolutistas, e algumas outras formas, tais como a de Isaiah Berlin, podem ser de valor pluralista.” – Wikipédia.

O relativismo cultural é um processo de observar sistemas culturais sem uma visão etnocêntrica em relação à sociedade do pesquisado. Ou sejaː realizar a observação sem usar nenhum meio ou parâmetro preconcebido pela cultura ocidental e, assim, realizar um estudo e/ou observação do sistema cultural em questão sem nenhum preconceito. E, com isso, realizar a avaliação sem privilegiar os valores de um só ponto de vista, e estruturar o corpo social a partir de suas próprias características. As culturas estudadas adquirem, assim, seus próprios sistemas de valores e sua própria integridade cultural.
O relativismo cultural parte do pressuposto de que cada cultura se expressa de forma diferente. Dessa forma, trata-se de pregar que a atividade humana individual deve ser interpretada dentro do contexto de sua própria cultura. Esse princípio foi estabelecido como axiomático na pesquisa de Franz Boas, nas primeiras décadas do século XX e, mais tarde, popularizado pelos seus alunos. Conforme um dos alunos de Boas, Melville Herskovits:
“O princípio do relativismo cultural decorre de um vasto conjunto de factos, obtidos ao se aplicar nos estudos etnológicos as técnicas que nos permitiram penetrar nos sistemas de valores subjacentes às diferentes sociedades.” – Wikipédia.

Como os meus Leitores sabem, tenho vindo a defender a existência de uma Declaração Universal dos Valores Humanos (Declaração Universal de Valores Humanos) e uma Educação Universalista em Valores Humanos como forma de produzir um novo Paradigma para o Futuro da Humanidade (Human Value – A new paradigm of future society ©). Mas gostaria que o debate se avolumasse e se globalizasse para nascer Luz.

Neste mundo globalizado mas muito pouco universalista, dominam os interesses de muita ordem mas não sobre as matérias naturalmente relevantes para a construção de uma Sociedade Universal com Valor.

Desenvolveu-se a globalização do sistema financeiro, das bolsas de valores, das offshore, do dinheiro e das comunicações, do comércio e dos transportes, etc. Falta o essencial, a Universalidade dos Valores Humanos!

Por outro lado, temos uma vivência multicultural superficial com pouco debate intercultural. As Pessoas não utilizam a sua empatia para compreender com maior profundidade a cultura do outro e poderem encontrar com mais facilidade os pontos interculturais comuns que permitiriam estabelecer um Universalismo dos Valores Humanos. Esquecem-se do relativismo cultural para tentar impor conceitos e metodologias que desvirtuam permanentemente essas culturas, sem acrescentar Universalidade de Valores Humanos.

A Sociedade das Nações conseguiu cumprir e aprofundar a Declaração Universal dos Direitos Humanos à escala Global. Faz-se urgente cumprir e aprofundar uma Declaração Universal dos Valores Humanos para podermos estruturar condignamente o relacionamento intercultural e melhorar significativamente o Valor do Homem neste mundo globalizado.

“O universalismo, por sua vez, decorre “da dignidade humana, na qualidade de valor intrínseco à condição humana. Defende-se, nesta perspetiva, o mínimo ético irredutível – ainda que se possa discutir o alcance desse ‘mínimo ético’ e dos direitos nele compreendidos”.[2] Nessa perspetiva, pode-se assentar que o universalismo está mais preocupado com o indivíduo, suas liberdade e autonomia, enquanto o relativismo tem como premissa maior o coletivismo. [3]” – Emanuel de Melo Ferreira (https://constituicaoedemocracia.com/2013/03/22/o-debate-ideologico-entre-universalismo-e-relativismo-dos-direitos-humanos/)

Quando considero a importância de cumprir e aprofundar a Universalidade dos Valores Humanos é porque estou confiante que a sua difusão e interiorização generalizada, numa Educação inclusiva e de qualidade, evitaria as tendências das ‘culturas únicas’ e ampliaria espaços de articulação para a diferença. Por outro lado, ajudar-nos-ia a Ser Humanos no verdadeiro sentido.

Recomendo uma leitura atenta de uma entrevista realizada por Katharina von Ruckteschell-Katte (diretora do Goethe-Institut na América do Sul) ao filósofo e historiador Camaronês Achille Mbembe, publicada na Revista Prosa Verso e Arte, com o título “Por que julgamos que a diferença seja um problema?” (https://www.revistaprosaversoearte.com/por-que-julgamos-que-a-diferenca-seja-um-problema-achille-mbembe/). Nesta entrevista fala sobre xenofobia, nacionalismo, o lugar do estrangeiro, os perigos de “culturas únicas” e espaços de articulação para a diferença. Realço um excerto que me parece importante para exemplificar sobre o tema do meu texto: “Não creio que o desejo de diferença possa algum dia ser erradicado. É provavelmente uma estrutura profunda do que significa ser um ser humano. Mas aspirar à singularidade não é o mesmo que cultivar a diferença. Não é o mesmo que instituir a diferença como algo que é absoluto, algo em cujo nome se queira matar ou morrer. O mundo em que vivemos hoje é um mundo no qual você encontrará muita gente que prefere morrer ou matar em nome da diferença em vez de dispor-se a arriscar sua existência em nome do que é comum a todos. Estamos em perigo de perder completamente de vista o que temos em comum. Nem mesmo a ameaça real da extinção ecológica tem sido capaz de nos despertar de nosso sono dogmático da diferença.” – Achille Mbembe.

A meu ver, é sobre ‘isto’ que acabei de expor, que os Valores Humanos devidamente transmitidos, praticados e acompanhados Universalmente pelo exemplo dos Tutores e Educadores, farão toda a diferença para uma melhoria significativa da Sociedade Global.

Deste modo, a transformação seria profunda e muito positiva para o Homem que tem a pretensão de conquistar o Universo.

Relembrando as palavras do meu amigo Joaquim Serra, quando afirma: “Baseou-se a vida numa estratégia fundamentada na Teoria do Jogo, em vez de um relativismo metaético de busca de uma moral mais inclusiva pela qual pudéssemos viver em comunhão e harmonia, de modo solidário.”.

Esta é a Luz que a Humanidade necessita para poder viver em Paz e com sabedoria.

Alfredo Sá Almeida                                                                                  16 de Outubro de 2018

As dificuldades associadas à Inteligência e Consciência Coletivas

Nos casos da Inteligência e Consciência Coletivas estamos perante duas dimensões da natureza Humana, que apesar de se terem vindo a avolumar com o desenvolvimento tecnológico, a globalização e o acesso massivo ao conhecimento armazenado na internet, ainda não atingiram uma ‘massa crítica’ capaz de conduzir a benefícios significativos para a Humanidade. São essencialmente conceitos para o desenvolvimento do século XXI.

“O conceito da inteligência coletiva foi criado a partir de alguns debates realizados por Pierre Lévy (‘A inteligência coletiva é um conceito de um tipo de inteligência compartilhada que surge da colaboração de muitos indivíduos em suas diversidades. É uma inteligência distribuída por toda parte, na qual todo o saber está na humanidade, já que ninguém sabe tudo, porém todos sabem alguma coisa’) relacionados às tecnologias da inteligência. Caracteriza-se pela nova forma de pensamento sustentável através de conexões sociais que se tornam viáveis pela utilização das redes abertas de computação da internet.

As tecnologias da inteligência são representadas especialmente pelas linguagens, os sistemas de signos, recursos lógicos e pelos instrumentos dos quais nos servimos. Todo nosso funcionamento intelectual é induzido por essas representações. Segundo o filósofo e sociólogo criador do conceito de inteligência coletiva Pierre Lévy, os seres humanos são incapazes de pensar só e sem o auxílio de qualquer ferramenta.

A inteligência coletiva seria uma forma de o homem pensar e compartir seus conhecimentos com outras pessoas, utilizando recursos mecânicos como, por exemplo, a internet. Nela os próprios usuários é que geram o conteúdo através da interatividade com o website.” – Eliene (https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/informatica/inteligencia-coletiva.htm)

“O conceito de consciência coletiva foi criado pelo sociólogo Francês Émile Durkheim (‘Conjunto das crenças e dos sentimentos comuns à média dos membros de uma mesma sociedade que forma um sistema determinado com vida própria’) e é definido como o conjunto de características e conhecimentos comuns de uma sociedade, que faz com que os indivíduos pensem e ajam de forma minimamente semelhante. Corresponde às normas e às práticas, aos códigos culturais, como a etiqueta, a moral e as representações coletivas.

Para Durkheim, um funcionalista, o indivíduo, em muitas de suas práticas, é influenciado pela sociedade em que está inserido. Logo, o indivíduo e suas ações são fortemente influenciada pela consciência individual e coletiva. Mas os limites entre ambas não são muito claros, pois mesmo decisões consideradas extremamente individuais, como a de tirar a própria vida, são influenciadas pelas condições sociais.

Isto se torna mais fácil de compreender quando pensamos nos aspetos individuais de compreensão do mundo, ou seja, as palavras, a língua, as categorias, as representações o conhecimento do mundo só acontece através de um mínimo de comunhão a respeito de aspetos básicos para que os indivíduos tenham algum grau de certeza que quando falam de algo o outro é capaz de compreender sobre o que fala.” – Marcele Juliane Frossard de Araujo. (https://www.infoescola.com/sociologia/consciencia-coletiva/)

Como os meus caros Leitores sabem, eu tenho vindo a defender que estas dimensões sociológicas do Homem deveriam ser objeto do ensino formal de TODOS os Cidadãos do Mundo. Só assim conseguiríamos atingir o estado quântico que nos permitiria dar o ‘salto’ e contribuir para resolver muitos dos problemas que temos criado à Biosfera mas também passar para outro ‘estado’ onde o Homem se transformará em Ser Humano com o contributo dos Valores Humanos.

Muitos de nós compreenderão que são dimensões Humanas que só com uma Educação de Qualidade para TODOS se poderão atingir e consolidar. Difícil de conseguir SIM, utópico NÃO. Só depende da vontade do Homem, como em tantos outros avanços científicos, tecnológicos e sociais que nos têm catapultado para desenvolvimentos reais.

Quando se trata do Coletivo, que não esteja no âmbito da Religião ou da Política, tudo se torna mais complicado de implementar com a ausência do elemento essencial e aglutinador – a EDUCAÇÃO GLOBAL.

Empatia

Sobretudo, quando o Homem implementou um sistema ‘fatal’, que está bem enraizado na mente das Pessoas, de NegócioDinheiroLucro que contribui decisivamente para a competitividade e ambição egocêntrica. Deste modo torna-se difícil libertarmo-nos do que nos ‘aprisiona’, consciente ou inconscientemente, para um Mundo com muito pouca Inteligência Social.

Dos textos que tenho desenvolvido e publicado no meu Blog (https://saalmeida.wordpress.com) e nesta minha nova página tenho contado com opiniões críticas sérias e construtivas, sobre estas dimensões, da autoria do meu amigo Joaquim Serra. Sobre essas opiniões, gostaria de lhes dar a conhecer as mais recentes, pela importância que possuem para a compreensão das dificuldades na implementação destes conceitos coletivos:

Vítimas da própria consciência – A consciência não é uma qualidade única, padronizada, de iluminismo mental de um estado psíquico de estar ciente de tudo e tudo saber, talvez por isso jamais se alcançou aquele almejado estado utópico de consciência colectiva tão apregoado quanto almejado.

Talvez a impossibilidade da consciência colectiva resida no dilema gerado por dois níveis de consciência dos quais o processo educativo é determinante: A Consciência Ingénua e a Consciência Crítica.

A consciência ingénua surge de um modelo de educação legitimadora das relações sociais de domínio, politico, económico, cultural, moral, que acaba por criar passionalidade em relação ao status quo, e uma certa alienação da realidade.

Contrariamente, a consciência crítica, por natureza dialéctica, sistematiza-se pela racionalidade na representação mental que emerge da análise e do questionamento científico proveniente do mundo exterior com a clara percepção dos condicionamentos objectivos e dos nexos de causalidade da vida real. Um modelo de educação que busca educar para a autonomia, libertadora, que coloca tudo em causa, pode ser e é contestatória, e, no limite subversiva. (Este modelo criou, de facto, muitos subversivos! Alguns deles autodidactas, já que a educação formal não era muito confiável!)

Nós, humanos, temos uma tendência exacerbada para apreciar a estabilidade, e nessa perspectiva, o não perder uma situação em que nos sintamos confortáveis, e que até possa representar alguma vantagem em relação ao outro, ou aos demais, tem a nossa predilecção. Ingenuamente, porque não é premeditado, munimo-nos de todos os argumentos que justifiquem (legitimem) a situação e reforcem as escolhas pelas quais optámos, mesmo que estejamos numa posição de dominados, por medo de perder o que alcançamos, ou do risco que implica mudarmos em busca de algo melhor e perder o que tínhamos.

Todos nós temos estes dois níveis de consciência, que são dilemáticos e conflituantes.

Há um terceiro nível de consciência. Um nível a que chamo de Consciência Sonsa (que ou quem finge ser o que não é. = DISSIMULADO, FINGIDO) (https://dicionario.priberam.org/SONSA), uma consciência que “vem de charrete”, mas que a maioria dos mortais prefere chamar de diabólica quando se apercebe dela, se for caso de se aperceber, ou de lhe sentir o efeito.

É aquele nível de consciência que, tendo ciência dos dois níveis de consciência anteriores, induz as pessoas a adotarem o primeiro.” – Joaquim Serra (12/09/2018).

Como poderão verificar não se torna fácil dissociar a Inteligência da Consciência, são duas dimensões que se completam. Infelizmente, tenho de concordar com esta opinião realista do meu estimado amigo Joaquim Serra.

Mas questiono-me;

  1. Não terá o Homem capacidade para agir na dimensão Global?
  2. Não somos os únicos Seres Inteligentes, geradores de conhecimento?
  3. Afinal possuímos ou não uma Consciência?

Se a resposta a estas três questões que coloco for SIM (sem MAS), então estamos em boa posição para passarmos à dimensão superior da Inteligência e Consciência Coletivas.

Alfredo Sá Almeida                                                                                 25 de Setembro de 2018

Você permitirá que o(a) classifiquem como um inútil?

Tenho de concordar com Yuval Harari quando afirma que uma nova e imensa classe de Pessoas surgirá, a dos INÚTEIS, se o Homem continuar a desenvolver as tecnologias com a obsessão pelo poder e a ganância pelo dinheiro, como temos observado até hoje. Este Escritor deixa-nos perplexos com a análise que faz da Humanidade. A previsão que faz do Futuro é assustadora. O facto de ser Professor de História dá-lhe argumentos plausíveis.

Numa entrevista recente Yuval Harari afirma: “Computadores altamente inteligentes poderão expulsar milhares de milhões de pessoas do mercado de trabalho, criando uma imensa “classe inútil”. Ao mesmo tempo, poderão tornar possível a criação de ditaduras digitais. No século XX, a democracia derrotou a ditadura, porque a democracia é mais eficaz a processar informação e a tomar decisões. O conflito entre a democracia e a ditadura não é apenas um conflito entre diferentes sistemas éticos, mas entre diferentes métodos de processar informação e tomar decisões. A democracia distribui informação e o poder de tomar decisões entre muitas pessoas e instituições, enquanto as ditaduras concentram a informação e o poder num lugar. Dada a tecnologia existente no século XX, era pouco eficaz concentrar informação e poder num único lugar. Ninguém tinha a capacidade de processar toda a informação com a rapidez suficiente e de tomar as decisões certas.”in Jornal ‘Público’ em 24 de Agosto de 2018 (https://www.publico.pt/2018/08/24/culturaipsilon/entrevista/yuval-noah-harariso-se-percebermos-o-que-nos-faz-humanos-poderemos-continuar-a-ser-humanos-1841497).

Automação

No entanto, este argumento da imensa classe inútil tem muitos aspetos inaceitáveis. É sobre esta possibilidade que vou desenvolver os meus argumentos.

Você aceitaria passivamente essa classificação, e, que lhe oferecessem dinheiro para não fazer nada?

A ser afirmativa essa resposta significaria várias coisas:

  • Que você não teria competências suficientes para uma profissão no futuro;
  • Que você aceitaria o ócio como forma de vida;
  • Que você não seria suficientemente inteligente para se dedicar a outras matérias do seu interesse e ‘sonho’;
  • Que você estaria disponível para ser escravo do sistema que criou a sua condição de INÚTIL.

Sinceramente, não acredito que sejamos tão passivos, tão indiferentes e tão pouco inteligentes, que nada fizéssemos para derrubar o sistema que desenvolvesse esse processo.

Reconheço que a Humanidade é um conceito que o Homem criou e tudo deve fazer por o merecer, mas só o Ser Humano com Valor a pode representar.

Por outro lado, existem tantas questões sociais carentes de intervenção, que a empatia natural dos Seres Humanos se encarregaria de transformar em atividade solidária e intervenções sociais dignas, para melhorar significativamente a condição Humana.

A História já nos demonstrou que o Homem não aceita pacificamente a condição de ‘escravo’ ou de ‘inútil’.

Nós somos seres criativos por natureza e a inteligência só tem tendência para melhorar e aumentar, com as devidas condições educacionais. A criatividade e a inteligência Humana são fenómenos irreversíveis e inalienáveis. Essa é uma das razões porque venho defendendo o meu sistema de uma Sociedade Global de Valor Humano, ao ponto de o querer transformar num Paradigma para o Futuro da Sociedade.

Outra razão prende-se com o facto de os Valores Humanos já se encontrarem suficientemente difundidos pela Sociedade, para que esta nada fizesse para alterar esse estado de coisas indignas de Seres Humanos.

Mesmo em condição ditatorial a tendência seria que esta não se aguentasse muito tempo, sem que a Liberdade responsável, associada à Inteligência Coletiva, tomasse as devidas medidas de intervenção.

Temos todas as razões e mais algumas para desenvolver a Democracia e a tornar suficientemente ágil e interventora, para não permitir uma situação dessa natureza – transformar Pessoas em inúteis.

Eu compreendo que o mundo Empresarial e Corporativo se encontra numa tendência de querer conhecer os anseios, as emoções, os impulsos, os gostos e as personalidades de todos os potenciais consumidores com as ferramentas do Neuromarketing. E, mais grave que isso, que as Pessoas têm sido demasiado passivas e permissivas no desenvolvimento de tais metodologias. Mas considero que a nossa inteligência será bem mais flexível e arguta, para não se deixar ‘dominar’ nem manipular, ao ponto de tomarem conta da nossa consciência e capacidade de ação, individual e coletiva.

Este Mundo Global tem tantos e tão graves problemas por resolver que o mais provável será o processo descambar para outras tendências. Problemas nos sistemas Educacionais, Sociais, de Saúde, de Justiça e desenvolvimento Humano, são tão graves e tão carentes de melhores soluções, que acabarão por se sobrepor a qualquer tentativa de manipulação.

As nossas atitudes e comportamentos como Seres das novas Sociedades, sempre determinarão os caminhos do Futuro. Se nada fizermos para melhorar os sistemas de Ensino e de Escolaridade, por esse mundo fora, então será mais garantido que estaremos mais propensos a ser manipulados Política, Económica e Financeiramente. Sem Valores Humanos e sem uma Educação de qualidade estaremos vulneráveis a todos os ‘lobos’ e ‘animais selvagens’ que nos queiram ‘comer por parvos’ e manter medrosos do que aí virá.

Inteligência e Consciência Coletivas são duas dimensões Humanas que poderão, seguramente, contribuir para o nosso Futuro Coletivo mais saudável e criativo, em Liberdade e em Paz.

Tenho confiança nos Seres Humanos e no Futuro Coletivo que possam desenvolver, mas temos de ser mais interventores, mais inteligentes e ter uma consciência coletiva com Valores Humanos, para que a Democracia possa ter a dimensão que há tantos séculos o Homem ambiciona.

Valorizemo-nos TODOS e apetrechemo-nos com as ‘ferramentas’ tecnológicas e mentais estritamente necessárias para o nosso desenvolvimento como Seres Humanos de Valor a nível Global.

Não se deixem manipular nem ‘dominar’ por conceitos conducentes a Ditaduras, ou sistemas totalitários, porque esses não representarão o verdadeiro Ser Humano de Valor no Futuro.

Alfredo Sá Almeida                                                                           29 de Agosto de 2018

O que é que você valoriza?

Valorize-se

Esta é a questão crucial que TODOS nós deveremos colocar, neste início de século, para podermos interagir com os nossos pares e não desequilibrarmos a evolução da Humanidade.

Se você valoriza:

  1. A Vida;
  2. Os Valores Humanos;
  3. Uma Educação de qualidade para todos;
  4. A sustentabilidade da Biosfera;
  5. O respeito pelo clima e pelos fatores que o podem alterar irreversivelmente;
  6. O conhecimento e a sua difusão;
  7. O respeito pelas diferenças em todos os aspetos da vida;
  8. A Liberdade e a Responsabilidade dos seus actos;
  9. O seu desenvolvimento mental com humildade;
  10. A Democracia como forma de desenvolvimento político.

E consegue dar ‘corpo’ a estes Valores, então estará em boa posição para desenvolver o nosso Futuro Coletivo e contribuir para a nossa Consciência Coletiva.

Estes Valores Universais deveriam constituir a ‘base’ de qualquer Ser Humano no nosso Planeta. Deveriam ser transmitidos na escolaridade obrigatória e contribuir para a formação do caráter de cada Cidadão.

A grande dificuldade prende-se com o facto de sermos capazes, ou não, de convencer os nossos pares que este é o caminho a seguir para o Futuro da Humanidade. Quanto maior o número de Pessoas que tiverem Consciência destes Valores e da sua importância no nosso desenvolvimento como Seres Humanos, maior será a probabilidade de conseguirmos mudar os ‘padrões’ da nossa Sociedade atual.

Se, nos cargos de poder Político, Judicial, Militar, Social, etc. estiverem Pessoas capazes de personificar estes Valores e a sua valorização, então estaremos no caminho certo para um Futuro melhor para TODOS.

Não se deixe ‘corromper’ por outras filosofias limitativas do Ser Humano. Nós somos a espécie que detém o Poder neste Planeta e possuímos a capacidade de desenvolver com inteligência ou destruir. Até à data temos produzido mais MAL que BEM, mais guerra que Paz, mais destruição que desenvolvimento. Nós podemos mudar este estado de coisas. Basta querermos com consciência e determinação argumentativa.

Você não gostaria de contribuir para MUDAR O MUNDO?

tudo-o-que-voce-tem-e-nao-valoriza-a-vida

Alfredo Sá Almeida                                                                              27 de Agosto de 2018

O Homem está a perder a razão em relação ao Ser Humano

Homem absurdo

Sob o ponto de vista filosófico Homem e Ser Humano não possuem a mesma identidade. Normalmente o termo Homem está mais associado à antropologia filosófica. “O que temos claro, todavia, é que nem sempre as concepções de ordem antropológico filosóficas estão em consonância com os próprios princípios bioéticos, bem como com as normas vigentes na ordem jurídica.” – Emerson Silva Barbosa.

Ainda, recorrendo ao excelente artigo de Emerson Silva Barbosa, intitulado “O conceito de homem, pessoa e ser humano sob as perspetivas da Antropologia Filosófica e do Direito” (http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9837) publicado no Portal “Âmbito Jurídico” sob o tema Biodireito, podemos encontrar matéria muito interessante referente a Ser Humano.

“Conforme Singer (2000), Fletcher compilou uma lista daquilo a que chamou indicadores de humanidade, em que incluiu o seguinte:

a) Autoconsciência
b) Autodomínio
c) Sentido do futuro
d) Sentido do passado
e) Capacidade de se relacionar com outros
f) Preocupação pelos outros
g) Comunicação
h) Curiosidade

Dos indicadores apontados, destaca Singer que os elementos mais importantes seriam a racionalidade e a autoconsciência, conforme se extrai do conceito de Locke (Singer, 2000). E é nesta acepção que afirma deva ser compreendido o conceito de pessoa.”

Ainda de acordo com Singer (2000):

É este o sentido do termo que temos em mente quando elogiamos alguém dizendo que ‘é muito humano’ ou que tem ‘qualidades verdadeiramente humanas’. Quando dizemos tal coisa não estamos, é claro, a referir-nos ao facto de a pessoa pertencer à espécie Homo sapiens que, como facto biológico, raramente é posto em dúvida; estamos a querer dizer que os seres humanos possuem tipicamente certas qualidades e que a pessoa em causa as possui em elevado grau.” (http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9837)

A meu ver – assumo o risco de atribuição de identidade – Homem é um Ser Humano sem Alma e sem os Valores que caracterizam a Humanidade.

Humans

É neste contexto que surge o tema deste texto. Considero que o Homem se está a tornar um absurdo (‘que é contrário ao bom senso e racionalidade’) relativamente ao Ser Humano. A ausência crescente de Valores Humanos são a causa desse absurdo.

Assistimos com demasiada frequência a muitas irracionalidades do Homem por falta de uma Educação em Valores Humanos e de princípios orientadores que lhe dariam a dimensão de Ser Humano.

Infelizmente os exemplos são tantos e tão tristes nos campos da Educação, da Política, da Justiça, da Economia, das Finanças e de muitas outras áreas do saber, que estou seguro que os meus Leitores se lembrarão de casos concretos sobre o que estou a escrever. Temo que, na sua evolução, o Homem se transforme numa aberração da Natureza, tal é a descaracterização Humana que vem demonstrando.

A questão que me preocupa bastante é que não se está a fazer o suficiente para valorizar o Ser Humano e inibir o crescendo de atitudes e comportamentos irracionais e emocionalmente deploráveis, que o Homem provoca à Sociedade.

Todos nós sabemos que o equilíbrio dinâmico entre as Inteligências Racional e Emocional são um fator importante de harmonia em Sociedade. No entanto, temos assistido passivamente a fenómenos de corrupção, agressão, terrorismo, injustiça, ofensa, mentira descarada, etc.. Esta passividade está a minar os caminhos pacíficos da construção de um novo Paradigma Global, que se desdobrará em novos Paradigmas interdependentes e coerentes com o desenvolvimento Humano na nossa Biosfera.

A recente manifestação nos Estados Unidos a favor do controlo eficaz das armas e contra o livre acesso a armas de guerra, é um exemplo do absurdo que a política norte americana está a produzir na sociedade.

Outro exemplo aberrante é o caso da Justiça Brasileira, que julgou e condenou, em primeira e segunda instância o ex-presidente, e que corre o risco do Supremo Tribunal Federal, politizando o assunto, ‘produzir’ a libertação de um condenado.

Estes são dois casos entre muitos, por esse mundo fora, que acabam ‘destruindo’ o Ser Humano e o Futuro da Humanidade.

Problema dos Valores

Alfredo Sá Almeida                                                                                  25 de Março de 2018